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Da Revista PublicidAd

O diário Lance! que circula, nesta segunda-feira, traz encartado um caderno especial sobre as Olimpíadas de Pequim, a 150 dias do início dos Jogos na capital chinesa.
Com quatro páginas, o caderno traça um panorama da cidade a cinco meses da competição, apresentando as principais obras e os custos para a realização do evento.
O caderno marca também o início de uma cobertura intensificada do Lance, que a partir de agora trará pelo menos uma página diária de noticiário sobre Pequim, além de algumas seções, como uma coluna escrita pelo jornalista Fernando Santos, e histórias de ex-atletas brasileiros em outras Olimpíadas.

criado por Tiano Araujo
10:29:11Redação Portal IMPRENSA, Por Thaís Naldoni

O jornalista João Marcos dos Santos, que deixou a Band no final de agosto do ano passado para assumir uma das vagas de Secretário de Redação da Gazeta Mercantil, volta aos quadros da emissora dos Saad como Editor-Sênior do programa "Terceiro Tempo", apresentado por Milton Neves, que estréia no dia 30 deste mês.
Além disso, João Marcos auxiliará diretamente o jornalista Carlos Gomes (CG), chefe da editoria de Esportes da Band.
Santos já teve passagens pelo Grupo A Tribuna, como repórter da rádio e do jornal; Rádio Excelsior/CBN, como repórter; repórter de Economia da Rádio Jovem Pan e, em seguida, repórter da Rádio Eldorado. Mais tarde, tornou-se repórter de economia da Rádio Bandeirantes/Canal 21 e, na seqüência Editor Executivo da Rádio Bandeirantes e Secretário de Redação da Gazeta Mercantil.

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10:27:42Da Máquina do Esporte, por Priscila Bertozzi

Após alguns meses de ausência, o Campeonato Holandês voltará a ser exibido pela ESPN. A reestréia do torneio no canal está marcada para o próximo domingo, dia 9 de março, com a transmissão do clássico PSV x Ajax, ao vivo, às 10h30. Com 59 pontos, o time de Eindhoven é o atual líder do torneio, seguido pelo Ajax, que possui 53 pontos.
Faltando sete rodadas para o encerramento da competição, a ESPN Brasil informou que irá passar toda a fase decisiva da "Eredivisie", com um jogo por semana.
Com presença marcante na grade do canal na última década, o Holandês deixou de ser transmitido no final da temporada passada. Os detalhes da negociação que promoveu o retorno do torneio à tela da ESPN, porém, não foram divulgados.
A "Eredivisie" é a sexta liga nacional com maior receita de patrocínio de camisa do mundo, segundo reportagem da quarta edição da Revista Máquina do Esporte.
Além do Holandês, o pacote internacional de futebol da ESPN inclui Italiano, Alemão, Espanhol e Inglês. A Liga dos Campeões da Uefa, principal torneio do continente, também está presente na programação da emissora.
As copas da Itália e da Inglaterra são as outras atrações do Velho Continente. A ESPN tem ainda os direitos da Major League Soccer (MLS), do Mundial de Clubes da Fifa e das Eliminatórias da Eurocopa.

criado por Tiano Araujo
10:25:34Da Revista PublicidAd

O SporTV exibirá, nesta segunda-feira, o jogo de tênis entre Pete Sampras e Roger Federer em High Definition (HD).
A transmissão será exibida simultaneamente no SporTV2 e no Globosat HD, a partir das 22 horas.
Direto do Madison Square Garden, os canais mostrarão ao vivo o duelo entre dois importantes nomes do tênis mundial.

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10:23:57Da Redação Portal IMPRENSA, por Marina Dias

João Guilherme Miranda sempre sonhou em ser narrador esportivo. Desde pequeno, assistia aos jogos na televisão e improvisava uma narração em casa, com um gravador de rolo de seu pai. Era também o locutor dos jogos de futebol de botão em seu colégio, o que demonstrava que, em sonho ou vocação, João Guilherme tinha mesmo nascido para narrar o movimento dos jogadores.
Atualmente, o jornalista trabalha na Rádio Manchete e no SporTV, canal de TV por assinatura, apesar de ter jurado que nunca havia pensado em atuar na televisão. "Rádio sempre foi meu grande sonho como narrador".
Em vinte anos de carreira, João Guilherme Miranda tem muitas histórias e curiosidades. Em entrevista exclusiva para o Portal IMPRENSA, o narrador tenta explicar por que é tão difícil atuar em uma área do jornalismo que é pura paixão.
Portal IMPRENSA: Como você começou na carreira de jornalista?
João Guilherme: Comecei no rádio em 1988, na Rádio Carioca do Rio de Janeiro. Na verdade, eu fazia um curso de locução e o professor me indicou para trabalhar nessa rádio. Comecei por baixo mesmo, como "rádio-escuta", como todo mundo começa. Depois, virei plantonista, repórter e narrador. Comecei no rádio e fui pra televisão.
IMPRENSA: Qual é a maior dificuldade da narração esportiva, na sua opinião?
João Guilherme: Existem dois lados: a narração de rádio e a da TV. No rádio, a maior dificuldade do narrador é fazer com que a pessoa que esteja ouvindo o jogo em casa entenda e saiba o que está acontecendo - onde está a bola, com quem está a bola, que time está no ataque. Então, quanto mais detalhista for o narrador de rádio, é melhor.
Já o narrador de televisão, tem como desafio transformar a TV em um grande bate-papo, ou em uma grande conversa, com informação para que o jogo não caia na monotonia. O cara tem que dosar bem esse lado de conversa com informação, esse é o desafio do narrador de TV.
IMPRENSA: E você prefere trabalhar em rádio ou em televisão?
João Guilherme: Eu adoro os dois, mas se tivesse que escolher "na dividida", eu ficaria com o rádio. Eu acho o rádio mais legal, mais solto. A gente é o que a gente é no rádio. Podemos extravasar mais nossas emoções e sermos mais livres. A televisão, até pelo veículo, tem a imagem, você segue um roteiro e o narrador é mais um complemento. No rádio, você cria a situação e, por essa liberdade, eu prefiro o rádio.
IMPRENSA: O que você acha das críticas que são feitas a alguns narradores, dizendo que eles costumam fazer comentários "inúteis" e sem conteúdo?
João Guilherme: Pois é. Eu acho que depois do árbitro de futebol e dos "bandeiras", a pessoa que mais é julgada e criticada é exatamente o locutor, principalmente na televisão, por causa de seu alcance. E por quê? Por que o locutor e o comentarista de TV estão analisando e transmitindo algo que é puramente passional. Futebol é paixão e emoção pura. Então, por exemplo, se eu estou vendo um jogo do meu time e o locutor faz um elogio, eu acho aquele cara excepcional, mas se o cara critica o meu time, eu, provavelmente, vou ficar irritado com o cara. É complicado lidar com um público que é 100% paixão e paixão não combina com razão.
IMPRENSA: Você já passou por alguma situação assim? Que foi odiado ou amado por algum torcedor em particular?
João Guilherme: Eu fiz a narração da final do mundial de clubes em 2000, Vasco x Corinthians, pelo SporTV, e quando o jogo terminou, um grande amigo meu, corinthiano, me ligou e disse: 'Não agüentei ver o jogo contigo, porque você estava torcendo demais para o Vasco'. Eu pedi desculpa e fique até meio chateado, mas entendi. Passou um tempo e o sogro do meu irmão, que é vascaíno doente, ligou pra mim e disse: 'Eu estava tentando ver o jogo com você, mas não consegui porque você torceu demais pro Corinthians'. Então, a partir daquele dia e comentários, eu passei a me desligar um pouco disso. Acho que a gente tem que entender e tentar ser o mais coerente e sincero possível com a gente mesmo. Não pode distorcer o fato, até porque a imagem é muito clara e diz tudo, e você (narrador) não precisa dizer nada.
IMPRENSA: Você já criou algum bordão?
João Guilherme: Eu tive a felicidade de criar um bordão, que se tornou conhecido nacionalmente. Quando o cara comete um erro ou faz uma jogada 'bizonha', eu falo assim: "Que desagradável" e isso pegou. Surgiu do nada: fui fazer um jogo e o cara foi fazer um drible, pisou na bola e caiu no chão e aí eu falei: "Que desagradável". As pessoas que estavam comigo riram, gostaram. Passou um tempo, eu estava passeando na praia e vi um grupo jogando bola. Um dos caras deu um chute e a bola foi parar no mar, e a galera toda falou: "Que desagradável", e aí eu vi que o bordão tinha pegado.
IMPRENSA: O bordão acaba marcando o narrador? É importante para a sua carreira?
João Guilherme: Eu acho que é a marca. O narrador deve ser conhecido, primeiro pela qualidade do trabalho, sendo um bom narrador. Existem narradores que não têm bordão, mas que são bem reconhecidos - como o Luciano Do Vale. Mas acho que o bordão é o carimbo, o cara vai ser pra sempre reconhecido por aquilo. Se fala, "Bem amigos", você já sabe que é o Galvão Bueno (narrador da Rede Globo). Acho que o bordão é fundamental pra marcar a presença do narrador.
IMPRENSA: Nas ruas, as pessoas reconhecem a sua voz?
João Guilherme: Pelo fato de eu trabalhar na televisão, fica mais fácil. Sempre tem alguma pessoa que reconhece, comenta, vem falar comigo. Muitas pessoas perguntam se me conhecem de algum lugar. Mas sempre tem alguém, porque a força da televisão é muito grande. Já teve casos, também, de quando eu trabalhava no rádio, entrar em um táxi e o motorista reconhecer a minha voz. Mas a TV ajuda muito, a imagem fica marcada.

criado por Tiano Araujo
10:18:43